segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

O TEMPO PASSA!



O tempo passa.
E o que realmente temos?
O que verdadeiramente é nosso?
A própria vida é um pouco de tempo que nos é emprestado.
Sim...
Viveríamos melhor sem tanto ódio.
Por que perder tempo com fagulhas que logo passam.
Pois tudo passa e só teremos o que realmente é nosso.
Mas o que é nosso?
Olho para pessoas queridas que perderam ou perdem a memória e sinto-me questionado.
Sim, ainda louvo pelo dom da vida deles, pois toda vida vale a pena em si mesma.
E a minha, o que é?
O tempo passa e vejo-me em um corredor.
Um corredor que não quer levar-me senão a mim mesmo.
Certamente para um momento comigo mesmo, onde eu possa respirar fundo e reconhecer a mim mesmo.
Eu, com minhas luzes e trevas.
O mais importante não é reconhecer o tempo que passa, mas olhar para os passos dados e ainda saber quem eu sou.
O tempo passa!
Só não pode passar a minha capacidade de ver e sentir a minha própria vida sendo construida.
O tempo passa...
Já eu preciso, sempre, mesmo na dor, reconhecer-me em uma jornada concreta.
O tempo passa, mas não pode levar-me para lugar nenhum.
Mas sim, o tempo passa.

Pe. Rômulo Azevedo               

terça-feira, 25 de dezembro de 2012

FELIZ NATAL!

O Natal é o momento em que Deus vem confirmar o que nos prometeu. É também a valorização plena do humano. Se ser gente fosse algo desprezível Deus não teria assumido esta humanidade para levá-la à plenitude em Cristo Jesus. O Natal não é um tempo qualquer, mas a época que celebramos o maior presente que podíamos ter: Deus caminhando conosco.
A todos os meus amigos e familiares desejo tudo de bom. Não rogo para que Deus tire de todos as dificuldades, isto seria ilusão, mas oro para que Ele dê a todos as forças necessárias para que tudo seja vencido na fé.
FELIZ NATAL DO SENHOR JESUS.
Deus os abençoe e conduza sempre!
Obrigado pela presença de todos em minha vida.

Pe. Rômulo Azevedo da Silva

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

POUCAS PALAVRAS, GRANDES ASSUNTOS - 42


     Há coisas e realidades, palavras ou ações, que só terão significados ditas no pé de nosso ouvido, pois elas participam somente daquela história que poucos personagens interpretaram na dinâmica da vida. o amor é um mistério e, quem o nega, decide passar os próprios dias sem ter uma chance de respirar vida. Não há amor sem termos com quem compartilharmos.

Pe. Rômulo 

sábado, 15 de dezembro de 2012

POUCAS PALAVRAS, GRANDES ASSUNTOS - 41

       Não é difícil rezar/ orar, difícil é deixarmos que Deus cure nossos objetivos, muitas vezes, vazios, egoistas e individualistas. Oração é encontro com o amor maior, será válida quando deixarmos que Ele caminhe e reine nos lugares mais escondidos do nosso ser e nos leve a uma mudança de pensamentos e atitudes. Não há verdadeira oração sem disponibilidade para a conversão. Quem encontra Deus e, se este encontro, for real, necessariamente muda, sai do seu eu solitário e passa a ver com outros olhos. A oração nos  leva a perceber a partir do que encontramos e vivemos em nós. Ora/reza bem quem entendeu que Deus é amor, e amor para todos.

Pe. Rômulo

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

POUCAS PALAVRAS, GRANDES ASSUNTOS - 40

       Ainda vivemos num mundo cheio de pessoas que dizem amar ou conhecer a Deus mas que oprimem e escravizam os outros. O engraçado é que não percebemos que a coisa mais fácil é manipular ou deixar-se manipular, tirar do outro a liberdade, até do mínimo, como respirar em paz ou andar com as próprias pernas. Sinto-me triste quando fazemos isto. E aconcete tanto em minha religião quanto nas outras, como também em outras instituições como a família. Ninguém nasceu para perder a liberdade para um outro. Muito menos isto deve acontecer em nome de Deus. Que cada homem aprenda, com Deus e em Deus, a construir sua própria casa. Nós só podemos ajudar, trabalharmos juntos ou doarmos alguns materiais para a construção, nada mais.

Pe. Rômulo

domingo, 9 de dezembro de 2012

NA PALAVRA DE DEUS CRESCEMOS - 03

       "Alegrai-vos sempre no Senhor! Repito, alegrai-vos! Seja a vossa bondade conhecida de todos! O Senhor está próximo. Não vos preocupeis com coisa alguma, mas, em toda ocasião, apresentai a Deus os vossos pedidos, em orações e súplicas, acompanhadas da ação de graças".
Fl 4, 4-6

       Precisamos de algumas realidades em nossa caminhada, mas o que temos necessidade, acima de tudo, é da bondade exercida, de pessoas boas. A bondade salvará muitas coisas, trará a paz que desejamos e plantará em nós a felicidade que buscamos. Não precisamos que o homem domine muitas artes, precisamos descobrir a  bondade. Sermos capazes não é tudo, é fundamental sermos amáveis. Deus nos dá bons exemplos, é só bebermos da fonte certa e tomarmos uma decisão clara: eu quero ser bom. Uma bela ação de graças que podemos oferecer ao Senhor é a nossa bondade, assim seremos mais parecidos com o nosso próprio Deus.

Pe. Rômulo Azevedo da Silva

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

POUCAS PALAVRAS, GRANDES ASSUNTOS - 39

       Olhar para o infinito e deixar-se tocar pelas maravilhas da criação é um ótimo exercício para nos sentirmos parte de toda esta maravilha. É contemplando a vida que aprendemos a viver bem. O mistério da existência é grande demais para caber em nossas cabeças, somos partícipes de tudo por graça e chamado. Não é fácil dar passos, mas reclamar de tudo é sinal de que ainda não tivemos a capacidade de ver, sentir e amar. Olhar para o que está à nossa frente, ou até longe de nós, é salutar, mesmo que não tenhamos o controle de tudo seremos alimentados pela força que o infinito tem. Feliz alimento!

Pe. Rômulo Azevedo da Silva

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

POUCAS PALAVRAS, GRANDES ASSUNTOS - 38

        O tempo realmente nos proporciona sinais. Em crise, não os vemos nitidamente, em paz, os captamos. Quando em perigo, angustiados ou na batalha fugimos, estamos dominados pelo medo e nos protegendo do fim, defendemos com tudo e em tudo o direito de  viver. Quando certos de que tudo passa, repletos de tranquilidade e com um suspiro de paz, estamos prontos. Não há mais a necessidade de correr, brota a certeza de que está na hora de dizer obrigado e deixar-se levar ou, talvez, acolher algumas mortes, mesmo que não seja o fim. Não há mais necessidade de defender, nem defender-se, o que era possível já foi e o que não foi não será mais. Não há mais crise, vem o silêncio e a vida está no curso normal, vivendo. E todas estas não são palavras de prenúcios futuros, mas de um estado de alma presente. Fica em paz um coração que não quer mais coisas, que entrega ao Pai do Céu seus projetos e confia. Não há desespero para quem aceita que "tudo passa".

Pe. Rômulo Azevedo da Silva

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

POUCAS PALAVRAS, GRANDES ASSUNTOS - 37

       Quando não sentimos nada, alegria, dor, saudade ou raiva, mesmo que seja ruim, é sinal de que estamos nos transformando em máquinas. O mundo caminha mal quando perdemos a capacidade de sentir, especialmente a presença do outro. Se não vemos os que caminham conosco os tratamos com indeferença e, esta, é a pior das facadas. Acredito que não precisamos mais de tantas máquinas, muito menos de humanos fôrmados num projeto para ser nada. É evidente que é mais fácil não sentirmos, não sofrermos, não lutarmos... isto seria não viver.

Pe. Rômulo Azevedo da Silva

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

POUCAS PALAVRAS, GRANDES ASSUNTOS - 36

       Todos os dias carregamos várias questões em nossos corações. Temos perguntas sobre quase todos os assuntos que nos cercam. Um dos problemas é que nos sentimos desconectados do universo e de tantas outras realidades e achamos que temos que entendê-las. Somos um conjunto, enquanto as realidade pertencem a nós, também nós pertencemos a elas. Se nos encantamos ou não com as cores da natureza... fazemos parte delas. Penso que ganharíamos muito se a gente deixasse para lá a mania de querer saber de tudo e , apenas, nos colocarmos diante do espetáculo da criação e, só, fazermos parte. Isto seria muito! Reconhecermos nossa condição pequena e percebermos o milagre da participação-comunhão.

Pe. Rômulo Azevedo da Silva

terça-feira, 6 de novembro de 2012

POUCAS PALAVRAS, GRANDES ASSUNTOS - 35

       Umas das realidades difíceis, com a qual temos que lidar, é a solidão. Não é fácil passar por este caminho. Contudo, não há vida sem toques de solidão. Nela podemos enfrentar as luzes e trevas que fazem parte de nosso total. Ninguém diga que é bobagem, o silêncio nos revela partes de nós que nos assustam, outras que nos encantam. Quem passa pela solidão pode sentir-se fazendo parte das grandes jornadas narradas pelos contos de fadas. E não esqueçamos da esperança, só ela nos fará enfrentar a floresta escura, a bruxa má, o desfiladeiro das trevas e chegarmos ao bosque encantado ou à torre onde mora a princesa. Esta é nossa própria alma, dignidade e paz. Ninguém se engane, todo caminho desgasta, sair de algum é tolice, se é que seja possível! Não é agradável suportar a própria solidão, menos ainda seria viver fazendo de contas. Deus nos conduza sempre!

Pe. Rômulo Azevedo da Silva

sábado, 3 de novembro de 2012

POUCAS PALAVRAS, GRANDES ASSUNTOS - 34

       Seja feliz, mesmo diante das dificuldades seja feliz. A felicidade, porém, não nos vem por receitas ou rituais, mas por construção. É dialogando com as nossas decisões e escolhas que vamos "fazendo" felicidade em nós. Felicidade não é sentimento, mas uma verdade em nós que dá sentido aos sentimentos. Quando vamos aprendendo a conversar com Deus (oração) e colocamos diante d'Ele tudo que vivemos, pensamos, dores e alegrias, a felicidade vai sendo firmada e tornando-se concreta. Se algum dia nos sentimos tristes não significa que não somos felizes, pois ser feliz é viver na certeza que estamos no caminho do amor de Deus. Seja feliz, não tenha medo. Os acontecimentos nem sempre são fáceis, mas seja feliz!


Pe. Rômulo Azevedo da Silva

Obs.: As fotos utilizadas são retiradas do site www.google.com.br

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

POUCAS PALAVRAS, GRANDES ASSUNTOS - 33

       Todo ser humano precisa de um amigo, ninguém pode caminhar nesta vidasem a força de uma outra experiência e, se tenta, frusta-se. Um amigo é um recado positivo na nossa história e, mesmo quando nos desentendemos, aprendemos juntos, basta ter o perdão depois de tudo! Um amigo ou amiga é muito, é a prova de que o mistério do humano pode ser direcionado pelos trilhos do amor. Temos carência de boas amizades e quem é gente ganha muito quando solidifica seus passos em comunhão. Quero ter amigos, quero ser amado e amá-los, sem eles minha vida não teria muito gosto. Alguém poderá dizer: "mas só precisamos realmente de Deus". É verdade! Não esqueçamos que Ele se mostra e está presente no outro. Não percamos tempo, busquemos boas amizades, aí está um pouco da felicidade que desejamos.

Pe. Rômulo Azevedo da Silva

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

POUCAS PALAVRAS, GRANDES ASSUNTOS - 32

      O que podemos fazer para chegarmos à vida Senhor? Caminhamos divididos entre a decepção e a esperança. O cristão não pode desanimar, seria o atestado de falta de intimidade. Contudo, o que fazer, apresentar-se inabalável e tentar mostrar que um cristão é quase um deus ou humildemente reconhecer que também sentimos insegurança? E esta, seria a prova de que não temos fé e não temos Deus ou o sentir de uma miserabilidade que carece, em tudo, da graça e paciência de Deus? É, vamos ficando maduros e tendo coragem de sentir, pensar e falar, muitas vezes, até no permanecer em silêncio. Não deixamos de ser gente, mas podemos diminuir a hipocrisia. E não estou pronunciando estas palavras para ninguém mais, em primeiro lugar, elas são para mim. Deus nos conduza sempre!

Pe. Rômulo Azevedo da Silva

domingo, 21 de outubro de 2012

POUCAS PALAVRAS, GRANDES ASSUNTOS - ESPECIAL

      O padre deve doar-se de várias maneiras à comunidade para a qual ele foi enviado pelo Senhor na pessoa de seu bispo em nome da Igreja. Esta doação passa, ao meu ver, por três momentos fundamentais. E se alguém me perguntar o que um padre pode fazer pela sua Paróquia diria: Primeiro, seja um padre da Igreja Católica Apostólica Romana, lute para ser sacerdote, nada mais e nada menos. Segundo, ore, reze sempre e em todas as orações tenha presente o seu povo. Terceiro, ame muito o seu povo e sinta-se parte deles. É evidente que não podemos ser perfeitos, mas que desejemos com toda a alma chegar a estes passos. Nesta festa quero, mais uma vez, declarar o meu amor por Santana do Seridó e pelo seu povo. Louvo e agradeço ao Senhor por estar caminhando com esta comunidade.

Pe. Rômulo Azevedo da Silva

FESTA DE SANT'ANA EM SANTANA DO SERIDÓ/RN






        Louvado seja a Trindade Santa, o Pai, o Filho e o Espírito Santo, que nos convida mais uma vez para vivermos a Festa da Salvação nos moldes da nossa Festa da Padroeira de Santana do Seridó. Amados irmãos e irmãs, como é bom poder falar-vos mais uma vez por ocasião de nossos festejos a Sant’Ana, ela, no Céu do Senhor, deve estar feliz por louvarmos e agradecermos juntos. A Igreja vive um momento muito bonito em sua história, o jubileu dos 50 anos do Concílio Ecumênico Vaticano II, momento em que toda a vida eclesial é removida e renovada pela ação do Espírito de Cristo Vivo e presente no meio de seu povo. A Igreja que hoje vivemos e conhecemos é fruto do trabalho de tantos homens e mulheres que, antes de nós, sonharam e lutaram para que a fé nas maravilhas de Deus fosse o caminho principal onde apoiaríamos os nossos passos. Mas o mundo passa, e, às vezes, nos afasta do essencial. O nosso querido Para Bento XVI, cumprindo seu papel de pai e responsável por todo o nosso patrimônio de fé, proclama, de 11 de outubro de 2012 a 24 de novembro de 2013, O ANO DA FÉ, uma oportunidade ímpar para atualizarmos o nosso crer e redescobrirmos o que é importante na nossa vida e espiritualidade. Ouçamos a voz do Papa pois ela é a voz da Igreja e do Senhor.
            Não podemos aceitar que o sal se torne insípido e a luz fique escondida (cf. Mt 5, 13-16). Também o homem contemporâneo pode sentir de novo a necessidade de ir como a samaritana ao poço, para ouvir Jesus que convida a crer n’Ele e a beber na sua fonte, donde jorra água viva (cf. Jo 4, 14). Devemos readquirir o gosto de nos alimentarmos da Palavra de Deus, transmitida fielmente pela Igreja, e do Pão da vida, oferecidos como sustento de quantos são seus discípulos (cf. Jo 6, 51). De fato, em nossos dias ressoa ainda, com a mesma força, este ensinamento de Jesus: «Trabalhai, não pelo alimento que desaparece, mas pelo alimento que perdura e dá a vida eterna» (Jo 6, 27). E a questão, então posta por aqueles que O escutavam, é a mesma que colocamos nós também hoje: «Que havemos nós de fazer para realizar as obras de Deus?» (Jo 6, 28). Conhecemos a resposta de Jesus: «A obra de Deus é esta: crer n’Aquele que Ele enviou» (Jo 6, 29). Por isso, crer em Jesus Cristo é o caminho para se poder chegar definitivamente à salvação” (Porta Fidei, nº 03).
            Desta forma queremos convidar a todos os santanenses, presentes e aqueles que moram em outras comunidades, os devotos de Sant’Ana de nossos amigos e amigas, a vivermos juntos esta bela FESTA DE SANT’ANA, uma festa sadia, TIPICAMENTE RELIGIOSA, onde a nossa preocupação é multiplicar os louvores a Deus e unir as famílias num só coração, como também firmar os passos da Igreja Católica Apostólica Romana nos manais desta amada cidade. FAÇAMOS JUNTOS MAIS UMA GRANDE E BELA FESTA, SEJA BEM VINDO.

Pe. Rômulo Azevedo da Silva

domingo, 14 de outubro de 2012

NA PALAVRA DE DEUS CRESCEMOS - 02

     Deus, na sua infinita misericórdia, nos envia mensageiros, profetas e santos para nos falar. Todos fazem parte de sua pedagogia de amor, de sua paciência para conosco. Só temos que olhar, sem medo, para estes testemunhos e procurarmos crescer um pouco iluminados por suas experiências de vida e caridade. Entre tantos, a beata Madre Teresa de Calcutá, nos encanta com sua história e obra. Escutemos suas palavras:

     "Não ame pela beleza, pois um dia ela acaba. Não ame por admiração, pois um dia você se decepcionará. Ame apenas, pois o tempo nunca pode acabar com um amor sem explicação" 

Madre Teresa de Calcutá

     É bonito quando vemos outras pessoas de responsabilidade atestando a importância de nossos mensageiros. Nós cristãos e, especialmente, nós católicos, temos muito o que agradecer e muita responsabilidade, já recebemos demais.

     "Na presença de Madre Teresa de Calcutá, todos nós nos sentimos, com razão, um pouco humilhados e envergohados de nós mesmos"

Indira Gandhi

     Falado de Madre Teresa podemos louvar ao Senhor com as mesmas palavras de sua mãe Maria:

     "A minh'alma engrandece o Senhor e se alegrou o meu espírito em Deus, meu Salvador, pois, ele viu a pequenez de sua serva, desde agora as gerações hão de chamar-me de bendita. O Poderoso fez em mim maravilhas e Santo é o seu nome"
Lc 1, 46-49

     Um maravilhoso dia do Senhor para todo e que Deus nos conduza sempre!
Pe. Rômulo  

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

POUCAS PALAVRAS, GRANDES ASSUNTOS - 31

       O homem se perde em tantas disputas que, às vezes, o buscamos em cada olhar e não o vemos, não percebemos o projeto bonito do coração do Criador. O mais lamentável é que aqueles que se animalizam nos ódios e brigas perdem a capacidade de ver e sentir o próprio coração. Se olhassem perceberiam a dor que brota quando a alma humana perde a presença do outro ou de Deus. De que adianta ficar longe do outro por motivos tão pequenos se temos tão pouco tempo para ficar juntos? Precisamos ir aos cemitérios e vermos no túmulo dos outros o nosso próprio fim. Quem chararia por nós? Quem sentiria a nossa falta? Meus irmãos, não percamos a nossa vida! Construamos comunhão e não morramos antes do dia. Será que suportamos uma vida cheia de mortes? 

Pe. Rômulo Azevedo da Silva


segunda-feira, 8 de outubro de 2012

POUCAS PALAVRAS, GRANDES ASSUNTOS - 30

       Dei uma volta dentro de mim mesmo e encontrei luzes e trevas. Passei pelo meu coração e encontrei uma história que se faz carne na força do Criador. Olhei pela janela dos meus sentidos e vi que estou caminhando, em alguns momentos com lágrimas, em outros com alegria, em todos buscando o silêncio e a paz. Em tudo vi que não estou longe da verdade. Quanto mais encontrar em mim sinais de humanidade mais terei possibilidade de santidade, pois este chamado é para gente e não para anjos. Só não posso esquecer de minha responsabilidade de ser um homem bom. Deus conduza-me sempre!
  
Pe. Rômulo Azevedo da Silva